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Algumas palavras em árabe:

 

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Áhla u sáhla fikun!Ambtessmau -taalim el logha el aarabia maa Gisele Bomentre

Olá sejam bem vindos!Ao ensino da língua árabe com Gisele Bomentre

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Olá !  Áhlan !

foto: vestimenta típica e beleza

típica de Dubai-Emirados Árabes Unidos

seja bem vindo áhlan u sáhlan
eu ana
você ( para ) homem inta
você ( para ) mulher inti
luz nur
olho aain
meu querido (ou meu amado) h'abibe
Obrigado ou obrigada  chukran
Até logo(literalmente: vá em paz ) Maa salama

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Por falar em língua árabe....

Veja abaixo,parágrafos do livro "O Enigma de Qaf"  

de Alberto Mussa,estudioso do idioma e cultura árabes:

 "As lendas falam de um certo Yarub, quem primeiro ocupou as montanhas do sul e foi o primeiro a pastorear cabras, queimar incenso e preparar a infusão que denominamos café.
Foi esse Yarub, também, o primeiro homem a falar em árabe. Só que a língua árabe, ao contrário das demais línguas humanas, não surgiu após a queda da Torre de BabeI. Ela foi inventada por Yarub.
Naquele tempo, os idiomas possuíam apenas verbos e substantivos, além de alguns pronomes e partículas menores. Yarub criou o adjetivo. Mas não se satisfez.
"Quero uma língua infinita, em que cada palavra tenha infinitos sinônimos,é a frase clássica.

E o trabalho infatigável de Yarub fez do árabe uma língua infinita. Mas havia um problema: substituía uma palavra por outra sem nunca conseguir obter o mesmo sentido,  de maneira precisa, exata, inequívoca. Surgia sempre alguma idéia nova,  algum matiz, algo que escapava à acepção original.
Foi o caso de jâmal , camelo» inicialmente um pretenso sinônimo de jamal (beleza); ou de bayt, casa» que Yarub tentou forjar como equivalente de bayd (ovo).
Infortunadamente, esses insucessos caíram no conhecimento popular e inspiraram os primeiros vagabundos que começaram a fazer poemas. Yarub armou homens para trucidá-Ios. Mas não teve êxito: o vício da poesia tinha contaminado as mulheres; e elas passaram a ocultar os perseguidos, lançando sobre eles os próprios trajes de que se despiam.
Yarub afrontou essa vergonha e manteve o cerco até que um dos poetas - Awad,  dito também Awad - compôs a sátira na qual um mesmo termo podia ter dois sentidos. Era o fim.
- As palavras não são sequer sinônimas de si mesmas - concluiu, de olhos baixos.

"O Enigma de Qaf" de Alberto Mussa , Editora Record - 2004

 

Folha Online   28/01/2005 - 08h48

Escritor Alberto Mussa vence prêmio literário em Havana

da France Presse, em Havana

Escritores do Brasil, Argentina, Colômbia e Cuba ganharam o Prêmio Casa das Américas 2005 em romance,

 teatro, literatura infanto-juvenil, ensaio e literatura brasileira, anunciou ontem o júri.

O vencedor na categoria de literatura brasileira foi Alberto Mussa, com "O Enigma de Qaf",

 um romance de notável originalidade na exploração de estratégias narrativas, 

que com uma boa dose de humor resgata uma antiga técnica de contar histórias.

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Folha Online 27-01-2005

Livro que defende modernização do árabe desperta ira de islâmicos : RYAD ABU AWAD
da France Presse, no Cairo

A publicação de um livro que defende a modernização da língua árabe despertou nesta semana a ira dos islâmicos egípcios, que pediram às autoridades que o proíbam, alegando que a obra atenta contra a língua do Corão.

O livro, intitulado "Viva a língua árabe, abaixo Sibawayh" (que elaborou, no século 8º, as bases da gramática árabe), foi escrito por Chérif Chubachi, jornalista e vice-secretário da Cultura, e publicado pela Autoridade do Livro Egípcio, um órgão oficial.

O deputado islâmico Hamdi Hassán pediu oficialmente ao ministro da Cultura, Faruk Hosni, que determine o confisco do livro, por considerar que o autor ataca a língua árabe.

Hosni afirma que "o fato de reivindicar a simplificação da língua árabe e de considerar que esta se encontra hoje distanciada da modernidade é similar ao que reclamam os ocupantes e os invasores".

"[O autor] esqueceu que a língua árabe é diferente das outras línguas do mundo, visto que é a língua do Corão", reforçou o deputado, que rejeitou a argumentação de Chubachi, para quem "a língua árabe é a causa do subdesenvolvimento do espírito árabe".

Entrevistado pela France Presse, Chérif Chubachi, que é o presidente do Festival Internacional de Cinema do Cairo, disse que os árabes "devem fazer a distinção entre a língua e o Corão".

"O Corão empregou a língua árabe para fazer sua mensagem chegar à humanidade" e hoje "81% dos muçulmanos não conhecem o árabe".

"Devemos fazer a separação entre o Corão e o árabe e eu reivindico no meu livro o desenvolvimento da língua árabe", reforçou.

Chubachi explicou que o árabe "é a única língua cujas regras gramaticais não foram modificadas em nada há 1.500 anos".

"A linguagem empregada pelos jornais hoje é diferente da língua de Mutanabbi" (grande poeta do século 10) "e é necessário modificar sua gramática para desenvolver o idioma", disse.

Por exemplo, o árabe é a única língua que tem, além de singular e plural, um gênero específico para quando se fala de duas pessoas, o que é desnecessário. Além disso, não é preciso usar o feminino plural, o que equivale a uma discriminação entre gêneros, destacou.

O autor disse que sua motivação para escrever este livro foi "a aversão que os estudantes e a nova geração mostram frente aos cursos de árabe, em função da complexidade da gramática", e a necessidade de aproximar "os intelectuais e os escritores da maioria da população, visto que a complexidade da língua criou um abismo entre eles".

"Acho que os árabes vivem num estado de esquizofrenia lingüística, já que usam uma língua em sua vida cotidiana, enquanto escrevem e estudam em outra língua. É preciso terminar com esta esquizofrenia e isto só é possível desenvolvendo a língua", sustentou.
O árabe literário, empregado na escrita, é comum a todos os países árabes, enquanto o árabe falado difere muito de um país para outro

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Folha Online 27-01-2005

Software poderá digitalizar documentos escritos em árabe da Folha Online

Especialistas em informática estão desenvolvendo um software que poderá digitalizar documentos em árabe --será possível inclusive escanear frases específicas de textos escritos à mão.

A idéia é ajudar autoridades em trabalhos investigativos --uma necessidade que foi evidenciada depois dos ataques de 11 de setembro-- e também facilitar o acesso a manuscritos nessa língua, colocando-os na web.

"Toda a internet é voltada a pessoas que falam inglês", afirmou Venu Govindaraju, diretor do Centro de Biometria e Sensores da Universidade de Buffalo (EUA), onde o programa é desenvolvido.

Para o especialista, caso não haja softs para reconhecer línguas com grafias diferentes da ocidental --caso da chinesa, japonesa e árabe--, elas podem cair no esquecimento.

O especialista em língua árabe da Universidade de Maryland Bill Young diz que as dificuldades serão grandes para fazer com que o software reconheça textos escritos à mão.

Em entrevista à "Associated Press", ele afirmou que a palavra "responsável", por exemplo, pode ser escrita de mais de uma forma. Por isso, o programa teria de "entender" as possíveis variações de cada termo.

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